gente aí estão algumas doenças que formam L.E.R
leiam tudo para saber mais sobre e como se prevenir
beijosss Izabella :* :)
LER lesão por esforço repetitivo
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Síndrome do Pronador Redondo
Síndrome do Pronador Redondo
A síndrome do pronador redondo é uma das síndromes compressivas que ocorrem logo abaixo do cotovelo na região do músculo pronador redondo.
Mesmo sendo nominada como sindrome do pronador não é apenas a compressão do nervo pelas cabeças umeral e ulnar desse músculo a causa dessa síndrome. Outras possíveis causas de compressão do nervo mediano nessa região são a persistência da artéria mediana, o lacerto fibroso do bíceps e a arcada dos flexores superficiais dos dedos.
Em geral é confundido com síndrome do túnel do carpo, inclusive no exame de eletroneuromiografia.
As diferenças são piora com movimetação da região de causa dos sintomas, tinel presente na região do pronador redondo, persistência durante o dia e o formigamento não apenas dos dedos indicador e médio mas da palma da mão também.
Estima-se que cerca de 5% dos diagnósticos da síndrome do túnel do carpo na verdade sejam síndromes do pronador redondo.
Em casos de recidiva do túnel do carpo oriento reavaliação e pensar na possibilidade dessa síndrome ou da síndrome do desfiladeiro torácico.
O tratamento geralmente é conservador com acupuntura, medicações, alongamentos e orientação do paciente.
Na falha do tratamento conservador a cirurgia pode ser realizada para liberação do nervo mediano e do nervointerósseo anterior.
Em minha experiência já encontrei músculos pronadores anômalos, hiperpressão do lacerto, compressão na arcada dos extensores superficiais dos dedos e um caso de persistência da artéria mediana. Esse último foi o mais complexo.
Oriento não apenas eletroneuromiografia mas artrotomografia com reconstruçao 3D como possibilidade de exames pré-operatórios.
A síndrome do pronador redondo é uma das síndromes compressivas que ocorrem logo abaixo do cotovelo na região do músculo pronador redondo.
Mesmo sendo nominada como sindrome do pronador não é apenas a compressão do nervo pelas cabeças umeral e ulnar desse músculo a causa dessa síndrome. Outras possíveis causas de compressão do nervo mediano nessa região são a persistência da artéria mediana, o lacerto fibroso do bíceps e a arcada dos flexores superficiais dos dedos.
Em geral é confundido com síndrome do túnel do carpo, inclusive no exame de eletroneuromiografia.
As diferenças são piora com movimetação da região de causa dos sintomas, tinel presente na região do pronador redondo, persistência durante o dia e o formigamento não apenas dos dedos indicador e médio mas da palma da mão também.
Estima-se que cerca de 5% dos diagnósticos da síndrome do túnel do carpo na verdade sejam síndromes do pronador redondo.
Em casos de recidiva do túnel do carpo oriento reavaliação e pensar na possibilidade dessa síndrome ou da síndrome do desfiladeiro torácico.
O tratamento geralmente é conservador com acupuntura, medicações, alongamentos e orientação do paciente.
Na falha do tratamento conservador a cirurgia pode ser realizada para liberação do nervo mediano e do nervointerósseo anterior.
Em minha experiência já encontrei músculos pronadores anômalos, hiperpressão do lacerto, compressão na arcada dos extensores superficiais dos dedos e um caso de persistência da artéria mediana. Esse último foi o mais complexo.
Oriento não apenas eletroneuromiografia mas artrotomografia com reconstruçao 3D como possibilidade de exames pré-operatórios.
SÍNDROME DO DESFILADEIRO TORÁCICO
A Síndrome do Desfiladeiro Torácico se define como sintomas de membros superiores devido à compressão do feixe neurológico e/ou vascular na área do desfiladeiro torácico.
O desfiladeiro torácico é uma região anatômica localizada na região compreendida entre o pescoço e o tórax por onde passam nervosdo plexo braquial (que inervam e dão sensibilidade no membro superior e região do pescoço), artérias e vasos sangüíneos subclávios (que nutrem e drenam os membros superiores e parte da região do pescoço), entremeados por tendões, músculos, ossos (figura 1) e também bandas fibróticas.
O desfiladeiro torácico é uma região anatômica localizada na região compreendida entre o pescoço e o tórax por onde passam nervosdo plexo braquial (que inervam e dão sensibilidade no membro superior e região do pescoço), artérias e vasos sangüíneos subclávios (que nutrem e drenam os membros superiores e parte da região do pescoço), entremeados por tendões, músculos, ossos (figura 1) e também bandas fibróticas.
Apresentação Clínica
Três são os principais pontos de compressão que podem levar a sintomas:
- Compressão no triângulo escalênico (Síndrome dos Escalenos): neste ponto do desfiladeiro, a compressão pode ser arterial ounervosa pois a veia subclávia passa anteriormente aos músculos escalênicos.
- Compressão entre a clávicula e primeira costela (Síndrome costo-clavicular): A artéria subclávia, a veia subclávia e/ou nervos do plexo braquial podem ser comprimidos.
- Compressão pelo tendão do músculo peitoral menor: A artéria subclávia, a veia subclávia e/ou nervos do plexo braquial podem ser comprimidos.
- Compressão por "costela" cervical (figura 2):Compressão vascular ou nervosa por anomalia cogênita das vértebras cervicais.
- Compressão por traumas.
Dedo em Gatilho
A complexa anatomia de um dedo, compreende um sistema de cabos, localizados na palma da mão, chamados de tendões flexores, que ligam os músculos ao osso, sendo responsáveis pelo movimento de dobrar os dedos.

Os dedos mais afetados, são o dedo anular e o dedo médio, seguidos pelo polegar. Em casos iniciais, pode ocorrer melhora com a aplicação de gelo local, massagem e proteção da palma da mão. É importante evitar testar o dedo, pois cada vez que o tendão raspa na polia ele incha mais.
Próximo do início dos dedos, estes cabos são encapados por uma membrana que produz um líquido lubrificante para os tendões.
Além disto, eles tem uma espécie de “presilha” (polia) que prende os tendões junto ao osso.

Além disto, eles tem uma espécie de “presilha” (polia) que prende os tendões junto ao osso.
Em razão de trauma local (como carregar várias sacolinhas de supermercado, dirigir ou fazer musculação), ou associado com artrose, diabetes ou inchaço na mão, pode ocorrer dificuldade para o tendão passar pela polia. É comum o dedo dobrar e não conseguir esticar pois o tendão não consegue passar facilmente pela polia, causando um bloqueio momentâneo, seguido por um estalido doloroso, comparado com o mecanismo do gatilho de um revolver.
Os dedos mais afetados, são o dedo anular e o dedo médio, seguidos pelo polegar. Em casos iniciais, pode ocorrer melhora com a aplicação de gelo local, massagem e proteção da palma da mão. É importante evitar testar o dedo, pois cada vez que o tendão raspa na polia ele incha mais.
Casos mais resistentes podem ser tratados pela infiltração de anestésico e cortisona de ação local, para diminuir o inchaço da capa do tendão, com boas chances de melhora em alguns dias.
Em pacientes que não melhoram ou que apresentem deformidade em flexão do dedo é optado pelo tratamento cirúrgico, que consiste em abrir a presilha (polia), realizado com sedação e anestesia local.

Bursite
A bursite é a inflamação de uma bolsa sinovial, um saco membranoso revestido por células endoteliais. Ela pode ou não se comunicar com as membranas sinoviais das articulações. A função desta bolsa é evitar o atrito entre duas estruturas (por exemplo, tendão e osso ou tendão e músculo) ou proteger as proeminências ósseas. As bursas estão localizados próximas a articulações. Qualquer processo inflamatório nestes tecidos moles será percebido freqüentemente por pacientes como dor na articulação e, equivocadamente como artrite.
Síndrome do Túnel do Carpo
Túnel do carpo (imagem 1) é um canal formado por pequenos ossos
situados no punho, que lhe servem de base, e um ligamento transverso, que compõe o teto do túnel. Por esse canal, passam o nervo mediano e nove tendões responsáveis pela flexão dos dedos. O nervo mediano que vem do antebraço e passa para a mão através desse canal estreito, enerva o polegar, as duas faces do indicador e do dedo médio e a face interna do quarto dedo. A sensibilidade e a motricidade de parte do quarto dedo e o quinto dedo são supridas pelo nervo ulnar. Na imagem 2, um corte transverso deixa ver a região do carpo, os ossículos e o ligamento transverso (imagem 2).
Epicondilite
Epicondilite ou epicondilite lateral é uma inflamação dos tendões do cotovelo, que atinge principalmente os músculos extensores do punho e dos dedos. Também conhecida como cotovelo do tenista.
Causas
A epicondilite é causada por atividades que exigem uso excessivo ou incomum dos músculos extensores do punho ou dos pronadores doantebraço, como ocorre em alguns desportos, especialmente o ténis, ou por tensões repetitivas na articulação do cotovelo.
Evolução e Sintomas
A epicondilite começa como uma ligeira impressão dolorosa, geralmente localizada na face externa do cotovelo e que se estende pelo terço proximal da face externa do antebraço. Se o esforço repetitivo for continuado, principalmente na região do antebraço em sobrecarga, a área atingida torna-se dolorosa ao toque e a dor pode irradiar para baixo até ao punho. Levantar quaisquer objectos, especialmente com o antebraço estendido, torna-se muito doloroso e quase impossível, mesmo que tenham pouco peso. Gestos de rotação do membro, como o de abrir a maçaneta de uma porta, tornam-se impossíveis. Comun também aparecer em dentistas por esforço repetitivo do dia-a-dia.
Tratamento
O tratamento da epicondilite geralmente é conservador, sendo cirúrgico apenas se não houver remissão (total ou parcial progressiva) com o tratamento medicamentoso e fisioterápico em um período de 3 meses. A primeira medida sempre será procurar retirar ou minimizar a causa da afecção: o esforço repetitivo ou a sobrecarga local. Em conjunto emprega-se tratamento medicamentoso com antiinflamatório e fisioterapia local. Estes tratamentos variam de caso a caso.

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